(Fonte: circos)

1:45

(Fonte: brutalgeneration)

1:40

❝ (…) O temor, analisando-o retrospectivamente, foi o de me ver esmagado, desintegrado sob uma pressão de realidade muito superior à que uma mente, acostumada a viver a maior parte do tempo em um confortável mundo de símbolos, talvez pudesse suportar.

— Portas da percepção, Aldous Huxley

1:44

goela-a-baixo:

me tranquei

11:10

❝ Sometimes,
I feel like ripping apart my skin,
and searching for a reason for why
I feel this empty.
Maybe my veins are tangled,
or something is lodged
in my ribcage.
Because it feels like
something inside of me is
missing or broken.

— Unknown (via perfect)

(Fonte: hopingly)

11:06
❝ Não tenho vergonha de dizer que estou triste,
Não dessa tristeza ignominiosa dos que, em vez de se matarem, fazem poemas:
Estou triste por que vocês são burros e feios
E não morrem nunca…

— Cocktail Party, Mário Quintana  (via portuaria)

2:20

architectureland:

Echolilia: A Father’s Photographic Conversation with His Autistic Son. Timothy Archibald uses his camera to find an emotional bridge to his son Photographs and text from the book Echolilia: Sometimes I Wonder

 My eldest son was born in 2001. He was always a kid who went to the beat of his own drummer. When he was 5, we began making photographs collaboratively as a way to find some common ground and attempt to understand each other. Soon after we began the project, Elijah was diagnosed on the autistic spectrum. Though the diagnosis gave me the words and history to understand my son better, it didn’t take away the mystery and the need to try to find an emotional bridge to him.”Echolilia” is an alternate spelling of a more common term, “echolalia,” used in the autistic community to refer to the habit of verbal repetition and copying that is commonly found in autistic kids’ behavior. I liked the idea of it: photography is a form of copying. Kids are a form of repetition. And looking at my kid with photography allowed me to see myself anew

11:45

❝ Segunda sem mau humor. Sábado com seu amor. Filme do Carlitos. Chope com amigos. Crônica de Rubem Braga. Viver sem inimigos. Filme antigo na TV. Ter uma pessoa especial - e que ela goste de você. Música de Tom com letra de Chico. Frango caipira em pensão do interior. Ouvir uma palavra amável. Ter uma surpresa agradável. Ver a Banda passar. Noite de lua cheia. Rever uma velha amizade. Ter fé em Deus. Não ter que ouvir a palavra não. Nem nunca, nem jamais e adeus. Rir como criança. Ouvir canto de passarinho. Sarar de resfriado. Escrever um poema de amor, que nunca será rasgado. Formar um par ideal. Tomar banho de cachoeira. Pegar um bronzeado legal. Aprender um nova canção. Esperar alguém na estação. […]Uma festa. Um violão. Uma seresta. Recordar um amor antigo. Ter um ombro sempre amigo. Bater palmas de alegria. Uma tarde amena. Calçar um velho chinelo. Sentar numa velha poltrona. Tocar violão para alguém. Ouvir a chuva no telhado. Vinho branco. Bolero de Ravel. E muito carinho meu.

Carlos Drummond de Andrade (via c-a-n-a-r-i-o)

11:33
❝ Sabia que tinha alguma coisa fora do lugar em mim. Eu era uma soma de todos os erros: bebia, era preguiçoso, não tinha um deus, ideias, ideais, nem me preocupava com política. Eu estava ancorado no nada, uma espécie de não-ser. E aceitava isso.

— BUKOWSKI, Charles. Mulheres    (via renovada)

(Fonte: s-i-m-p-l-i-f-i-c-a-r)

11:23
❝ I never felt open in any way. I would never impulsively ring people and assume that they’d want to see me, or just go ‘round. I always had to sit down and think very hard before I knocked on anybody’s door. And consequently, I never really knocked.

Morrissey  (via fassadenmensch)

(Fonte: durianquotes)

11:14

Lina Medina, a mais jovem mãe confirmada na história da medicina, teve um filho com apenas 5 anos.

Seu pai, Tiburcio Medina, notou que Lina - uma de seus nove filhos - estava com a barriga avolumada e ante as crendices de seus vizinhos que diziam que tinha uma cobra dentro e culpavam a Apu, o espírito dos Andes, levou-a aos curandeiros da aldeia, que disseram tratar-se de um tumor e aconselharam que levasse-a até Pisco, a cidade mais próxima.Na época, os pais pensaram em se tratar de um tumor, mas seus médicos determinaram que se tratava de uma gravidez de sete meses. Dr. Gerardo Lozada a levou para Lima, capital do Peru, para que outros especialistas confirmassem a gravidez antes da cirurgia. Um mês e meio depois, em 14 de Maio de 1939 (era comemorado o Dia das Mães no Peru), ela deu a luz um menino por cesariana, feita necessariamente, já que sua pélvis era muito pequena.

Seu filho nasceu com 2,7 kg e recebeu o nome de Gerardo, em homenagem ao médico que realizou a operação. Apesar de fisicamente amadurecida, Lina preferia brincar combonecas do que cuidar de seu filho, que recebia alimentação de uma enfermeira. Gerardo foi criado pelo irmão de Lina e levado a acreditar que Lina era sua irmã, mas aos dez anos descobriu que na verdade se tratava de sua mãe depois de ser ridicularizado na escola. Ele cresceu saudavelmente e morreu em 1979 aos 40 anos de uma doença na medula óssea. Nunca foi confirmada qualquer relação entre a doença e seu nascimento de uma mãe tão precoce.

O mistério da história não se trata na precocidade de Lina, já que isso pode ser explicado como desequilíbrio hormonal, mas sim quem seria o pai da criança, pois a peruana nunca revelou o segredo e se nega a falar do assunto até hoje, chegando a recusar uma entrevista com a Reuters em 2002. Seu pai chegou a ser preso após o nascimento do filho, acusado de incesto, mas foi libertado após alguns dias por ausência de provas para incriminá-lo. As suspeitas recaíram então em um irmão de Lina que era deficiente mental.

No Peru, muitas vezes a garota era associada com a Virgem Maria, que havia concebido um filho sem o pecado original, por obra do Espírito Santo. Algumas pessoas da região acreditam até hoje que Gerardo é filho do deus Sol.

Além do feito, Lina ficou conhecida por também nunca revelar o nome do pai da criança e também por passar sua vida em pobreza, sem qualquer assistência do governo peruano. Casou-se em 1972 e chegou a ter outro filho aos 38 anos de idade. Hoje vive em um bairro pobre em Lima

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Texto de Diego Vieira

Administração Imagens Históricas

10:56

❝ Os meus sonhos são um refúgio estúpido, como um guarda chuva contra um raio. Sou tão inerte, tão pobrezinho, tão falho de gestos e atos. Por mais que por mim me embrenhe, todos os atalhos do meu sonho vão dar a clareiras de angústia.

Fernando Pessoa  (via anarquismos)

(Fonte: texxxtos)

7:05
❝ (…) O temor, analisando-o retrospectivamente, foi o de me ver esmagado, desintegrado sob uma pressão de realidade muito superior à que uma mente, acostumada a viver a maior parte do tempo em um confortável mundo de símbolos, talvez pudesse suportar.

Portas da percepção, Aldous Huxley

12:48
❝ - Quem enveredar pelo caminho errado – disse eu em resposta às perguntas de meu inquiridor – encontrará, em tudo o que acontecer, uma prova da conspiração que se articula contra si. Tudo servirá de confirmação. A própria respiração estará fazendo parte do sinistro plano.

— Portas da percepção, Aldous Huxley

3:04

perplexed-sea:

carved book landscapes by Guy Laramee

2:57

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