(Fonte: circos)
— Portas da percepção, Aldous Huxley
— Cocktail Party, Mário Quintana (via portuaria)
Echolilia: A Father’s Photographic Conversation with His Autistic Son. Timothy Archibald uses his camera to find an emotional bridge to his son Photographs and text from the book Echolilia: Sometimes I Wonder
My eldest son was born in 2001. He was always a kid who went to the beat of his own drummer. When he was 5, we began making photographs collaboratively as a way to find some common ground and attempt to understand each other. Soon after we began the project, Elijah was diagnosed on the autistic spectrum. Though the diagnosis gave me the words and history to understand my son better, it didn’t take away the mystery and the need to try to find an emotional bridge to him.”Echolilia” is an alternate spelling of a more common term, “echolalia,” used in the autistic community to refer to the habit of verbal repetition and copying that is commonly found in autistic kids’ behavior. I liked the idea of it: photography is a form of copying. Kids are a form of repetition. And looking at my kid with photography allowed me to see myself anew
— Carlos Drummond de Andrade (via c-a-n-a-r-i-o)
— BUKOWSKI, Charles. Mulheres (via renovada)
(Fonte: s-i-m-p-l-i-f-i-c-a-r)
— Morrissey (via fassadenmensch)
(Fonte: durianquotes)
Lina Medina, a mais jovem mãe confirmada na história da medicina, teve um filho com apenas 5 anos.
Seu pai, Tiburcio Medina, notou que Lina - uma de seus nove filhos - estava com a barriga avolumada e ante as crendices de seus vizinhos que diziam que tinha uma cobra dentro e culpavam a Apu, o espírito dos Andes, levou-a aos curandeiros da aldeia, que disseram tratar-se de um tumor e aconselharam que levasse-a até Pisco, a cidade mais próxima.Na época, os pais pensaram em se tratar de um tumor, mas seus médicos determinaram que se tratava de uma gravidez de sete meses. Dr. Gerardo Lozada a levou para Lima, capital do Peru, para que outros especialistas confirmassem a gravidez antes da cirurgia. Um mês e meio depois, em 14 de Maio de 1939 (era comemorado o Dia das Mães no Peru), ela deu a luz um menino por cesariana, feita necessariamente, já que sua pélvis era muito pequena.
Seu filho nasceu com 2,7 kg e recebeu o nome de Gerardo, em homenagem ao médico que realizou a operação. Apesar de fisicamente amadurecida, Lina preferia brincar combonecas do que cuidar de seu filho, que recebia alimentação de uma enfermeira. Gerardo foi criado pelo irmão de Lina e levado a acreditar que Lina era sua irmã, mas aos dez anos descobriu que na verdade se tratava de sua mãe depois de ser ridicularizado na escola. Ele cresceu saudavelmente e morreu em 1979 aos 40 anos de uma doença na medula óssea. Nunca foi confirmada qualquer relação entre a doença e seu nascimento de uma mãe tão precoce.
O mistério da história não se trata na precocidade de Lina, já que isso pode ser explicado como desequilíbrio hormonal, mas sim quem seria o pai da criança, pois a peruana nunca revelou o segredo e se nega a falar do assunto até hoje, chegando a recusar uma entrevista com a Reuters em 2002. Seu pai chegou a ser preso após o nascimento do filho, acusado de incesto, mas foi libertado após alguns dias por ausência de provas para incriminá-lo. As suspeitas recaíram então em um irmão de Lina que era deficiente mental.
No Peru, muitas vezes a garota era associada com a Virgem Maria, que havia concebido um filho sem o pecado original, por obra do Espírito Santo. Algumas pessoas da região acreditam até hoje que Gerardo é filho do deus Sol.
Além do feito, Lina ficou conhecida por também nunca revelar o nome do pai da criança e também por passar sua vida em pobreza, sem qualquer assistência do governo peruano. Casou-se em 1972 e chegou a ter outro filho aos 38 anos de idade. Hoje vive em um bairro pobre em Lima.
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Texto de Diego Vieira
Administração Imagens Históricas
— Fernando Pessoa (via anarquismos)
(Fonte: texxxtos)
— Portas da percepção, Aldous Huxley
— Portas da percepção, Aldous Huxley